A modalidade do emprego de acordo com a necessidade do empregador passou a valer em novembro do ano passado, com a Reforma Trabalhista.
Em 25% das carreiras que movimentaram vagas de emprego, entre abril e junho, foi usado o contrato de trabalho intermitente.
Ou seja, a cada quatro vagas, uma tem o contrato que prevê jornadas alternativas, em que o profissional não precisa comparecer todos os dias ao trabalho.
A modalidade do emprego de acordo com a necessidade do empregador passou a valer em novembro do ano passado, com a Reforma Trabalhista.
Segundo o Ministério do Trabalho, dos 162 mil postos de trabalho criados no segundo trimestre, DEZ MIL foram por contratos intermitentes.
As vagas foram oferecidas em quase 650 das DUAS MIL 400 carreiras, a maioria, para serviços de vigilância, vendedores e serventes.
Recepcionista, auxiliar de produção, faxineiro e garçom também estão entre os postos oferecidos.
Para o advogado Cleber Venditti, em entrevista à Folha, o contrato intermitente é visto pelas empresas como solução para os momentos de pico de trabalho.
Ajuda a evitar sobrecarga na equipe e custos com horas extras. Para os trabalhadores, opção em tempos de crise no emprego.
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