Vendo que o filho não melhorava, ela chamou o Samu e Edson foi encaminhado a Santa Casa onde passou por cirurgia na cabeça.
Por Marcos Escrivani – São Carlos Agora
Um ato de violência na manhã do dia 1º de dezembro de 2019 fez com que um pedreiro de 41 anos fosse espancado na cabeça e com isso ficou com parte do corpo paralisado em São Carlos (SP). Após um mês de tratamento médico, ficou com sequela e agora é cuidado pela mãe de 63 anos que, sem condições, pede ajuda da população para que possa dar conforto para o filho.
A dona de casa Iracema Rodrigues Andrade, 63 anos, disse que seu filho Edson Andrade Nogueira, 41 anos, pedreiro precisa de fralda geriátrica tamanho G (acima de 70 quilos), de um ventilador, de uma cama especial e uma cadeira para que possa tomar banho.
“Somos pessoas simples e não temos condições financeiras para comprar tudo isso”, disse Iracema. “A gente mora em uma casa simples na rua Luiz Paulino dos Santos 246 (bairro Antenor Garcia). Quando chove, por exemplo, tem muitas goteiras e precisamos de ajuda nisso também”, afirmou a dona de casa.
ESPANCAMENTO
Dona Iracema disse que seu filho morava em uma casa ao lado com seu neto de 7 anos, mas passava por um processo de separação e fez com que começasse a beber. “Ele tinha esse problema, mas era um filho que brincava e era trabalhador”, disse a mãe.
Mas no domingo pela manhã estava em um bar na rua 7, no mesmo bairro. quando teria se desentendido com uma pessoa e após discussão, passou a ser agredido com um taco de sinuca na cabeça.
Ferido, foi encaminhado a UPA Aracy onde foi medicado e foi para a casa da mãe. “Mas ele estava estranho, não falava coisa com coisa. Sei que na UPA foi dado ponto (sutura) na cabeça e feito curativo”, contou.
Vendo que o filho não melhorava, ela chamou o Samu e Edson foi encaminhado a Santa Casa onde passou por cirurgia na cabeça. “O médico disse que ele tinha sangue na cabeça. Ficou internado por 19 dias. Depois ele veio para casa e após oito dias passou a obrar sangue. Foi internado de novo, passou por outro tratamento e desde então está acamado, inválido. Se alimenta por sonda e usa fralda geriátrica. Desde então, ele mora comigo, mas não temos condições de dar um tratamento certo para ele”, disse a mãe.
Segundo ela, o filho necessita de um ventilador, de uma cama especial, bem como uma cadeira adaptada para banho. Além de fraldas geriátricas tamanho G (acima de 70 quilos). “Ele está com o lado direito do corpo paralisado. Ficou com sequelas e o médico não sabe se ele terá vida normal de novo”, disse.
Quem puder ajudar, basta entrar em contato pelos fones (16) 33753780 ou (16) 98846-9934 (falar com Dona Iracema).










