Atividade física e alimentação saudável previnem colesterol e obesidade infantil

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Mais de 51% das crianças paulistas apresentam sobrepeso ou obesidade infantil, conforme estudo com participação do “Agita São Paulo”.

A alteração de colesterol e triglicérides em crianças pode ser causada por uma herança genética e, principalmente, pela má alimentação associada ao sedentarismo. Devido ao consumo excessivo de alimentos processados e ultra processados, fast-foods e frituras, é comum ver o aumento de crianças com sobrepeso ou obesidade.

A obesidade infantil pode levar ao aumento de colesterol por conta do consumo destes alimentos e, principalmente, à mudança de metabolismo. “Uma criança que já possui um aumento de colesterol na infância tem possibilidade de manter estes problemas na vida adulta, elevando, assim, o risco de doença cardiovascular. Isso porque, o colesterol é um dos principais fatores de risco para patologias de coração”, explica Larissa Baldini Farjalla Mattar, nutricionista do Instituto da Criança e do Adolescente do Hospital das Clínicas da FMUSP.

Segundo levantamento da Secretaria de Estado da Saúde, realizado em 2017por meio do programa “Agita São Paulo” para estudo internacional sobre estilo de vida e ambiente infantil, 51,8% do público infantil tem sobrepeso ou obesidade. Do total de entrevistados, 23,8% apresentavam excesso de peso e 28% foram classificados como obesos.

Ainda de acordo com a nutricionista do HC, os cuidados devem ser realizados com acompanhamento médico e nutricional. “A prevenção do colesterol na infância deve ser feita com supervisão de profissionais e incentivo dos pais, a fim de estimular o consumo de alimentos in natura, como verduras, legumes e frutas. É importante associar esta alimentação saudável à prática de exercícios físicos, e evitar a ingestão de itens processados e ultra processados”, finaliza.

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