Polícia Civil ainda não tem pistas da autoria.
A Polícia Civil de Jundiaí (SP) ainda não tem pistas da autoria do latrocínio (roubo seguido de morte) cometido contra um morador de Itupeva (SP), na noite deste sábado (20), em um ponto de ônibus na avenida Antonio Frederico Ozanan, proximidades da Unip. Mario Cezar Patelli tinha 31 anos e trabalhava como autônomo.
De acordo com uma testemunha, ele mexia no celular antes de ser morto. Já o aparelho não foi encontrado pela polícia, o que indica um possível crime de latrocínio. Patelli foi encontrado caído na via pública, ao lado do ponto.
Em seu corpo, ferimentos profundos provocados por faca foram encontrados. Ele também tinha lesões nas mãos, provavelmente ao tentar se defender dos golpes.
Uma ambulância do Samu (Serviço de Antedimento Móvel de Urgência) chegou a ir ao local, mas o médico socorrista nada pôde fazer, uma vez que o morador de Itupeva já estava morto.
Outra testemunha ouvida pela polícia contou que chegou a encontrar o autônomo com vida. Como é enfermeiro, disse que tentou socorrê-lo, realizando um procedimento para salvá-lo.
A região onde o crime foi cometido é local de intensa passagem de motoristas e pedestres, principalmente em dias de aula na Unip, que fica a poucos metros do ponto onde Patelli estava. Segundo o boletim de ocorrência, ele era casado e morava no Jardim Pacaembu.
Já o 2º DP, localizado no Parque da Represa, é a unidade da Polícia Civil responsável pela apuração de delitos ocorridos na avenida Antonio Frederico Ozanan. Além do 2º DP, o caso deve ser apurado pela Delegacia de Investigações Gerais (DIG), considerada uma unidade especializada.
Violência
O crime de latrocínio é considerado um dos mais graves de todos os previstos pelo Código Penal. Daí o motivo de sua pena poder chegar a até 30 anos de reclusão.
De acordo com a Secretaria de Segurança Pública (SSP), responsável pelas estatísticas criminais de todo o Estado de São Paulo, nenhum latrocínio havia sido registrado entre janeiro e fevereiro deste ano.
No ano passado, um caso foi anotado pela polícia, no mês de setembro, contra três em todo o ano de 2017.










