A tarifa média cobrada pelos bancos e instituições financeiras não poderá ser maior do que MEIO % e a máxima deve ficar em ZERO VÍRGULA 8% do valor da compra.
Isso vale para o percentual pago pela empresa fornecedora da maquininha aos bancos que emitem o cartão. É a chamada tarifa de intercâmbio.
A medida vai acabar pesando no bolso do consumidor, já que a expectativa do Banco Central é reduzir os gastos dos lojistas, que poderão repassar a tarifa ao cliente.
A Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas considera a redução positiva e que favorece o pagamento eletrônico, mais seguro.
Já a redução dos preços ao consumidor com a diferença nas taxas – que passa a valer em 1º de outubro – não depende exclusivamente dos lojistas, diz a associação do setor.
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