Chuva ajudou a melhorar a vazão do leito do Rio Mogi Guaçu, no distrito de Cachoeira de Emas, em Pirassununga, SP

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Na manhã desta quarta-feira (7), o rio registrou uma vazão de 32 metros cúbicos por segundo após a vazão chegar ao nível, no último sábado (3), de 8,51 metros cúbicos por segundo.

Depois de um período crítico, a chuva ajudou a melhorar a vazão do leito do Rio Mogi Guaçu, no distrito de Cachoeira de Emas, em Pirassununga (SP). Na manhã desta quarta-feira (7), o rio registrou uma vazão de 32 metros cúbicos por segundo, após a vazão chegar ao nível, no último sábado (3), de 8,51 metros cúbicos por segundo, por volta das 16h, menor registrada neste ano. “Sábado foi o extremo, um quarto do que está. Se ainda está ruim, imagina sábado a tarde que era 4 vezes menor o volume”, disse o analista ambiental Antônio Fernando Bruni Lucas.

Antes de terça-feira (6), o último evento de chuva significativa na cidade, acima de 10 milímetros em 24h, ocorreu há 88 dias. Depois da chuva registrada, a vazão melhorou, mas não é a ideal, o nível ainda é considerado preocupante. Nesta quarta, turistas que foram ao distrito de Cachoeira de Emas puderam caminhar sob as pedras do leito do rio Mogi.

Segundo Bruni, o número da baixa vazão também é preocupante por causa da concentração de poluentes, já que a bacia do Rio passa por 43 cidades. “Isso é um problema muito sério, os habitantes dessas cidades e o esgoto entrando continuam, e o volume de água está muito baixo. Isso causa problema ambiente, como a morte de peixes”, afirmou Bruni.

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