Com aumento da violência, brasileiros encaram burocracia e compram arma de fogo, legalmente

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Decididos a se defenderem, cresce o número de brasileiros que optaram por comprar uma arma.

A Lei 10.826/2003, mais conhecida como Estatuto do Desarmamento, apesar de ser uma legislação bastante restritiva, não proíbe a compra de armas no Brasil, mas poucas pessoas sabem disso. A burocracia imposta por essa lei acaba desanimando qualquer pessoa que queira ter uma arma de forma legal. As exigências documentais são inúmeras, os gastos necessários com todo o processo e, no final, o preço das armas é algo que desanima muita gente que deseja estar legalmente armado.
As poucas pessoas que se arriscam a cumprir todas as exigências, muitas vezes, desistem no meio do caminho. O comerciante Ricardo Matos, 34 anos, é um dos milhares de brasileiros que decidiram ter mais segurança. “Eu nunca fui um cara muito preocupado com a violência, achava que aquelas notícias na televisão só aconteciam com as outras pessoas. Depois que tive minha casa invadida e fiquei sob a mira de um revólver, eu mudei todos os meus conceitos sobre segurança pessoal e armas de fogo. Hoje temos armas em casa e eu e minha esposa aprendemos a atirar”, desabafa Ricardo. A história de Ricardo se repete todos os dias na casa de vários brasileiros.
As mulheres têm se interessado bastante pelas armas, o que tem impressionado alguns proprietários de clubes de tiro pelo país. 
Bene Barbosa, o maior especialista deste tema no Brasil e autor do Best-seller “Mentiram Para Mim Sobre o Desarmamento”, deu também sua opinião sobre este Guia que, apesar de polêmico, é bastante esclarecedor. “…aborda de forma sintética e muito bem esquematizada praticamente tudo que é necessário para adquirir legalmente uma arma, seja para defesa ou para prática esportiva”, elogiou Bene Barbosa.
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Um fato que nos chamou a atenção foi a quantidade de detalhes que estão dispostos na legislação para que um cidadão consiga comprar uma arma legalmente no Brasil. Para uma pessoa comum, que não tem familiaridade com a área jurídica, esses obstáculos são mais do que suficientes para  desanimar e fazê-la desistir da ideia de comprar uma arma para defesa pessoal.  

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