Confirmado 15º caso de sarampo na cidade de Limeira, SP

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Paciente é um bebê de 1 ano que, segundo a Secretaria de Saúde da cidade, tomou apenas a primeira dose da vacina.

A Prefeitura Municipal de Limeira (SP) confirmou, na quarta-feira (11), o 15º caso de sarampo na cidade. O paciente é um bebê de 1 ano que, segundo a Secretaria de Saúde da cidade, tomou apenas a primeira dose da vacina. O estado de saúde da criança é estável.

O número de casos suspeitos também subiu. Na última semana, a prefeitura informou que investigava a situação de 14 pessoas, mas agora é 24 o número de casos em análise na cidade.

De acordo com o município, foram realizados bloqueios nas regiões onde moram todas essas pessoas.

Primeiros registros na região

A maioria dos casos que haviam sido confirmados na última semana eram em crianças com menos de 10 anos. Foram seis casos em bebês menores de 1 ano, dois entre crianças de 1 a 10 anos e seis em moradores maiores de 10 anos.

Limeira não registrou óbitos pela doença, mas foi a primeira cidade da região de Piracicaba (SP) a confirmar casos.

De acordo com o último balanço, Limeira tinha alcançado 88% da meta de vacinação contra a doença, que é de 95%. No ano passado, a campanha registrou 78% de cobertura.

A vacinação acontece em todas as unidades de saúde da cidade com sala de vacinação, de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 11h e das 12h30 às 16h.

Quem deve tomar a vacina

A imunização contra o sarampo faz parte do Calendário Nacional de Vacinação, que recomenda uma dose da Tríplice Viral (que protege contra o sarampo, a caxumba e a rubéola) aos 12 meses de vida da criança.

Uma segunda dose, da Tetra Viral (que acrescenta proteção contra a catapora), deve ser administrada aos 15 meses. Pessoas até 29 anos, que não tomaram a vacina, devem receber duas doses da Tríplice Viral e uma dose também é indicada para pessoas de 30 a 59 anos de idade que não foram vacinadas antes.

Com os casos de sarampo que foram registrados no país, que considerava a doença erradicada, o Ministério da Saúde recomendou uma dose extra da vacina, chamada “dose zero”, que deve ser aplicada em bebês entre 6 meses a 1 ano.

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