Polícia aguardava resultados de exames para confirmação oficial da identidade da vítima.
O corpo de Amanda Pereira Agustinho Giovanetti, motorista de aplicativo de Limeira (SP) que foi encontrada carbonizada em São Roque (SP), no dia 15 de janeiro, foi liberado para a família nesta quarta-feira (22), informou a Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP-SP).
A Superintendência da Polícia Técnico Científica (SPTC) informou que o Núcleo de Perícias Médico-Legais de Sorocaba (SP) identificou oficialmente o corpo nesta quarta. A identificação foi concluída três horas após o recebimento do material radiográfico da mulher, entregue por seus parentes.
No entanto, Amanda já havia sido reconhecida visualmente pela família no dia 16. A SSP explicou que para a liberação do corpo, no entanto, eram necessários os resultados de exames periciais.
A Funerária Bom Pastor, de Limeira, informou que está responsável pelo velório e enterro de Amanda, mas que a cerimônia será reservada a amigos e familiares, que pediram que os detalhes não fossem divulgados.
Tiros
Durante os exames também foi informado que três munições de arma de fogo estavam na vítima. No local onde ela foi encontrada carbonizada dentro de um carro, que fica na Estrada Ernesto Stokler de Lima, a perícia encontrou pertences da jovem e também cápsulas de munições de armas. Uma delas estava dentro do veículo e outra do lado de fora, próximo à porta do motorista. A vítima estava no banco de trás.
Investigação
A polícia pretende checar os itinerários e verificar os caminhos feitos pela jovem antes de desaparecer. Segundo a família, ela deixaria um passageiro na capital.
Em nota, a 99 disse que lamenta a morte da motorista e que a última corrida ocorreu no dia 14 de janeiro e terminou sem problemas.
“Assim, não há indícios de que estava em corrida pela plataforma no momento do ocorrido. A empresa se solidariza com a família da vítima e está disponível para colaborar com as investigações da polícia”, acrescentou.










