Fiscalizações têm até 24 horas em Pirassununga (SP) e foram reforçadas no período noturno. Foram apreendidos diversos equipamentos para pesca e três quilos de peixes.
A Polícia Militar Ambiental de Pirassununga (SP) fez 13 autuações e aplicou R$ 14,6 mil em multas nos 15 primeiros dias da piracema, período de reprodução dos peixes no Rio Mogi Guaçu.

Entre os dias 1º e 15 de novembro, a operação piracema do 1° Pelotão de Pirassununga fez 146 horas de navegação em 42 fiscalizações, que foram intensificadas no período noturno. O monitoramento chega a ter 24 horas.

Foram apreendidos 13 objetos usados na pesca irregular, como caniço simples, molinete, carretilha, rede, barduelo e anzol de galho. Também foram apreendidos três quilos de peixes e duas embarcações.
Piracema no Rio Mogi Guaçu
A pesca predatória está proibida em vários trechos até 28 de fevereiro de 2019. Quem descumprir a lei, pode pagar multas que variam de R$ 700 a R$ 100 mil.
O infrator ainda pode ser detido e responder por crime federal. Além da multa, quem for pego pescando irá pagar mais R$ 20 por quilo de peixe apreendido.

O Rio Mogi Guaçu, que corta o distrito de Cachoeira de Emas, é um dos maiores berçários de peixes de água doce do país, com mais de 150 espécies. Pelos próximos quatro meses, os peixes vão nadar centenas de quilômetros contra a correnteza para se reproduzir em águas tranquilas.
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