O sistema produz cloro a partir de um processo químico com água e sal feito com eletricidade, chamado de eletrólise.
Alunos de Campinas, no interior de São Paulo, criaram um método barato para tratar a água de cisternas em regiões do semi-árido brasileiro.
O sistema produz cloro a partir de um processo químico com água e sal feito com eletricidade, chamado de eletrólise.
A ideia tem dupla função: utiliza a energia solar e pode beneficiar comunidades que além de depender da água de chuva, não têm acesso ao fornecimento de eletricidade.
Os estudantes Beatriz Ruscetto da Silva, Matheus Henrique da Silva e Gabriel Trindade foram reconhecidos com uma viagem à Suécia, onde receberam o Prêmio Jovem da Água de Estocolmo.
O trabalho foi desenvolvido no curso de eletrônica da Escola Técnica Estadual Bento Quirino.
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