Operação Homem de Ferro é realizada no Estado de São Paulo cumpre 171 mandados judiciais em cinco estados.
A Polícia Civil prendeu um homem de 36 anos na madrugada desta quinta-feira (28) em Rio Claro (SP). Ele é suspeito de ser o ‘cabeça’ do grupo que roubou a empresa de valores Protege, em Araçatuba (SP), e de matar um policial civil durante a ação em outubro do ano passado.
O suspeito foi preso durante a Operação Homem de Ferro realizada pela Polícia Civil do Estado de São Paulo, por meio da Delegacia Seccional de Araçatuba, e que cumpriu 171 mandados judiciais em cinco estados e em penitenciárias nesta quinta-feira. Pelo menos 22 pessoas foram presas.
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Policiais civis reunidos em Rio Claro para a operação (Foto: Polícia Civil/Divulgação)
Em Rio Claro, a ação foi comandada pelo delegado seccional de Casa Branca, Carlos Alberto de Braga Fiúza, e contou com apoio de policiais da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) sob o comando do delegado Alexandre Della Coleta.
O mandado de busca e prisão temporária foi cumprido no Jardim Boa Vista. O suspeito foi detido em casa na Avenida 84-A, onde foram apreendidos dois celulares.
Ao ver os policiais, ele tentou fugir pulando os muros de várias casas, mas acabou caindo de um deles e foi preso em outro quarteirão. Ele foi encaminhado para o Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) em São Paulo.
Segundo o delegado seccional, o suspeito era procurado pela DIG de Rio Claro há cinco anos. “Não temos dúvida que essas pessoas presas participaram do roubo e da morte do policial”, disse Fiúza.
O caso
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André Luís Ferro da Silva tinha 37 anos (Foto: Reprodução/TV TEM)
Segundo a Polícia Civil, o investigador André Luís Ferro da Silva, de 37 anos, estava de folga do serviço no dia assalto, em 16 de outubro de 2017, e foi ao local para ver o que acontecia após ser chamado pelos pais, já que morava em um bairro próximo à sede da Protege.
O policial foi baleado e chegou a ser socorrido com vida, mas morreu durante atendimento na Santa Casa. Silva era integrante do Grupo de Operações Especiais (GOE) e deixou duas filhas e a esposa.
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Policial civil é morto após quadrilha explodir prédio de empresa de valores em Araçatuba (Foto: Arquivo Pessoal)
Criminosos também atiraram contra a entrada para impedir a saída dos policiais que estavam no quartel e houve troca de tiros. Na sequência, outro grupo foi até a empresa de valores e usou dinamite para explodir o prédio.
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