O campeão negativo é a caipirinha, companhia de muita gente durante as partidas.
Se a dose custa, por exemplo, 15 reais, mais de 11 vão parar nos cofres do Governo. No caso da cerveja e dos fogos de artifício não muda muito e os impostos respondem por mais da metade do preço.
A pesquisa foi feita pelo Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação. Sobre o álbum de figurinhas, que virou febre entre crianças, adolescentes e até adultos, a carga tributária passa de 40 por cento.
E a mesma coisa acontece com a bola de futebol, a buzina, o refrigerante e a televisão. Por fim, nos casos da camisa da Seleção e da carne para o churrasco, de 29 a 34 por cento do que se paga vão para o Governo.
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