Considerado um dos oxidantes mais eficazes, o gás ozônio tem sido um fator cada vez mais decisivo para a diminuição, e muitas vezes a cura, de doenças.
José de Castro Coimbra, um dos médicos mais respeitado do Brasil e pioneiro no tratamento com ozônio no país, vem lutando há mais de 10 anos pelo reconhecimento do tratamento e sua eficácia, em pelo menos 250 doenças.
Dr. Coimbra ingressou na Faculdade Nacional de Medicina no Rio de Janeiro, em 1949, e concluindo o curso em 1954. No ano seguinte, realizou o curso de medicina em aviação, também no Rio de Janeiro. Além de médico, Coimbra foi vereador por duas vezes, e deputado Estadual e Federal por dois mandatos.
Depois de se ausentar da vida pública e se dedicar a medicina, o ex-parlamentar viu no ozônio, um tratamento que poderia salvar e trazer mais qualidade de vida à pacientes com doenças crônicas e terminais. José de Castro Coimbra, conheceu o ozônio em um congresso em Havana – Cuba, e ficou fascinado pelo tratamento.
Considerado um dos oxidantes mais eficazes, o gás ozônio tem sido um fator cada vez mais decisivo para a diminuição, e muitas vezes a cura, de doenças inflamatórias, infecciosas, problemas circulatórios, articulares e feridas decorrentes de diabetes, entre outras enfermidades.
O ozônio nestes casos é utilizado dentro da ozonioterapia, um tratamento baseado na mistura dos gases oxigênio e ozônio, com objetivo terapêutico, capaz de reduzir custos de tratamentos e evitar amputações ou cirurgias complicadas.
O método pode ser aplicado de diversas formas (em geral por injeção, sonda ou na pele), a partir de geradores específicos, com materiais compatíveis, que, com base no oxigênio medicinal, produzem quantidades precisas de ozônio dentro de uma faixa de segurança, sempre sob a orientação e com supervisão de um médico especialista, que irá indicar a dosagem correta, de acordo com as necessidades do paciente. Doses excessivas podem ser prejudiciais e doses baixas podem ser ineficazes.
São pelo menos 250 doenças que podem ser tratadas com a ozonioterapia. Para o câncer, conforme afirma Coimbra, o tratamento tem a capacidade de funcionar como um complemento de tratamentos convencionais, como quimioterapia e radioterapia.
— Um dos efeitos da ozonioterapia é estimular a liberação de oxigênio nos tecidos. Os pacientes oncológicos geralmente têm baixa oxigenação dos tecidos. O ozônio então ajuda a aumentar a quantidade de oxigênio, regula o sistema imunológico e controla a resposta inflamatória. Ele diminui a ação da toxicidade tanto da radioterapia quanto da quimioterapia. É um tratamento para ser feito junto e complementar o tratamento oncológico convencional.
Foi justamente esse papel de importante complemento que fez a ozonioterapia ajudar o morador de São José dos Campos, José Carlos, a se curar de uma cirrose hepática, onde o paciente já tinha feito tratamento de químico por 7 meses e não teve nenhum resultado. Após ser desenganado, José procurou o Dr Coimbra, onde foi submetido ao tratamento de ozonioterapia, e sendo curado. Hoje ele afirma que vive uma vida normal e se sente até com mais saúde do que antes
— A ozonioterapia melhora o sistema imunológico, diminui os efeitos colaterais do tratamento de quimioterapia e radioterapia, aumenta o vigor físico e enfraquece as células cancerosas. Em relação ao câncer, a literatura mundial diz que o tratamento com ozônio é um coadjuvante que ajuda a vencer a doença.
Ciente do alto risco de seu filho recém-nascido, Giovanni, ficar com paralisia cerebral, o médico Mozart Cabral diz que não quis perder tempo, logo após o parto, quando a criança teve dificuldade de ultrapassar o canal e teve uma intensa anoxia perinatal – ausência ou diminuição de oxigênio no cérebro durante o nascimento.
Ao ver seu filho sem reação, com convulsões repetidas, sem chorar e ir para a UTI com um aspecto arroxeado, ele percebeu que todas as condições apontavam para um estado de grave comprometimento cerebral. Como a situação não regredia, em duas semanas ele procurou a ozonioterapia, fora do hospital, tendo sido iniciada a aplicação por insuflação retal (o ozônio é absorvido pela mucosa intestinal e cai na circulação).
— Eu já tinha visto uma palestra sobre ozonioterapia em casos de paralisia cerebral. Quando percebi que meu filho se enquadrava nesta situação, não esperei que a doença se instalasse. Em um recém-nascido, o cérebro tem uma neuroplasticidade muito grande.
Ele dá detalhes de como optou pelo tratamento.
— Ele estava na fase dos chamados primeiro mil dias (os 9 meses da gestação e os dois primeiros anos), em que há capacidade máxima de regeneração. Claro que o ozônio atuando ali tem uma força grande. Hoje, com 11 meses, meu filho está com desenvolvimento neuromotor e cognitivo compatível ou até acima da média de sua idade.
Relatos de pacientes com laudos e imagens científicas, apontaram para benefícios da ozonioterapia em casos em que facilitou a cicatrização de um dos dedos do pé de uma senhora diabética, evitando a amputação do pé; curou dores crônicas de uma moça que sofreu acidente de moto e possibilitou que um menino, nascido com uma síndrome genética que o impedia de falar e andar, começasse a andar.
Já o professor de tênis Fábio Araújo de Sales, 50 anos, quase chegou ao fundo do poço quando percebeu que teria de ficar longe de sua profissão e dos alunos. Após tentar de tudo, fazendo fisioterapia, vários tratamentos e mais de 10 ressonâncias, os médicos não encontravam solução para a artrose de último grau nos dois joelhos.
Sales não conseguia dobrar as pernas de tanta dor. Próximo do tênis desde os 14 anos, quando começou no esporte como catador de bolinhas, o prognóstico era de que ele teria de parar de trabalhar. Então, por indicação de uma companheira de fisioterapia, experimentou a ozonioterapia, pagando uma consulta particular para ver se o seu problema poderia enfim ser resolvido.
— Já na primeira sessão a dor passou, dobrei o joelho, comecei a subir e descer escada. Faço até hoje aplicações de dois em dois meses. Meus amigos e alunos até dizem que estou correndo mais. Não poderia ficar sem trabalhar.
Redução de custos e regulamentação
O objetivo do Médico Dr Coimbra, e da presidente Aboz, Maria Emília, é finalmente conseguir a regulamentação do tratamento como um procedimento médico, obtendo a aprovação formal do Conselho Federal de Medicina e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a exemplo do que já acontece com a Odontologia desde 2015, quando a ozonioterapia passou a ser considerada uma terapia oficial dentro desta área.
Mesmo não sendo uma prática proibida, a falta de regulamentação é prejudicial, pois dá margem à ação de leigos sem formação na área de saúde e à utilização de equipamentos sem o devido controle de qualidade. Os pacientes que utilizam o tratamento geralmente o fazem após assinar um termo de consentimento, conforme ela ressalta.
Em Outubro do ano passado, o projeto de lei (PLS 227/2017), de autoria do senador Valdir Raupp (PMDB-RO), foi aprovado, e poderão ser tratados com ozonioterapia os pacientes que optarem pelo procedimento e que tiverem indicação médica para se submeterem a ele. O PLS autoriza a prescrição da técnica como tratamento médico complementar a patologias de origem inflamatória, infecciosa e isquêmica.
Segundo a Associação Brasileira de Ozonioterapia (Aboz), atualmente o procedimento é reconhecido em mais de dez países, entre eles Suíça, Itália e Cuba, além de ser praticada em 13 Estados americanos.
A página Boca no Trombone e a Médica veterinária, Dra Alessandra Silva Gonçalves, parabeniza sua luta e dedicação. “O Brasil tem cura” – Dr Coimbra.
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