Vítima já havia sido presa por tráfico de drogas e por manter outra casa de prostituição.
Uma mulher morreu após ser esfaqueada na cabeça na Ponta da Praia, em Santos, no litoral de São Paulo, saindo de uma casa de prostituição quando foi golpeada. A informação foi confirmada pela Polícia Militar nesta terça-feira (24). Genilda Lucas da Silva, de 38 anos, já havia sido presa em outubro por tráfico de drogas e por manter uma casa de prostituição. Além disso, ela havia sido detida em 2017 também por conta de um prostíbulo.
Segundo a PM, quando a equipe chegou na Rua Adolfo Lutz, em Santos, já avistou a vítima e o ex-marido, de 36 anos, machucados. Ainda conforme a polícia, vizinhos informaram que na casa de número 168 funcionava um ponto de prostituição e, naquela manhã, uma pessoa teria entrado no imóvel, onde estavam as duas vítimas.
O criminoso teria atacado ambos dentro da casa e, após tê-los ferido, o autor fugir por uma janela. Ainda de acordo com novas informações divulgadas pela Polícia Militar, no momento em que entraram na casa, foram encontrados vários folhetos de preços de bebidas e outros materiais de propaganda oferecendo diversos serviços, espalhados pelo local.
Também havia muito sangue e vários objetos quebrados. Apesar da bagunça, não havia ninguém dentro do imóvel. A PM informou que encontrou uma faca na cozinha, com indícios de que teria sido usada no momento do crime. O caso segue sob investigação da Polícia Civil.

Casa de prostituição
A vítima foi presa durante uma ação da Polícia Civil, em outubro deste ano, por tráfico de drogas e pelo prostíbulo, por uma equipe do Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Santos. As autoridades realizavam uma investigação que apontava Genilda Lucas da Silva e Carlos Rocha, de 38 anos, como traficantes atuantes na região. Os policiais localizaram a residência dos dois, na Rua Sergipe, no Gonzaga, e foram ao local, abordando ambos em um carro estacionado na porta do imóvel.
Ao revistar Carlos, os policiais encontraram porções de drogas e solicitaram a entrada na casa, na qual estavam nove tijolos e seis porções de maconha, totalizando 5, 670 kg, além de três porções de cocaína e 22 comprimidos de ecstasy. Ainda durante a busca, os policiais encontraram anotações com referências ao endereço Rua Almirante Barroso, no Campo Grande, e decidiram ir até o local, onde havia uma casa de prostituição ativa, com diversas mulheres e máquinas de cartão.
Entrevistadas, elas afirmaram que atuavam como “garotas de programa” e que entregavam o dinheiro do aluguel e das despesas para Genilda, que confessou ser dona das máquinas e informou que o imóvel estava alugado em seu nome.










