Nova lei de proteção de dados passa a valer em fevereiro de 2020

four business executives using computers in an office
PUBLICIDADE

A principal mudança vai permitir que os cidadãos saibam como são usados os dados pessoais coletados por empresas.

Marco legal para a proteção de dados pessoais e privacidade começa a valer daqui a 18 meses no Brasil. Depois de OITO anos de debates no Congresso, a lei entra em vigor sem uma autoridade fiscalizadora.

O presidente Temer vetou a criação da Agência Nacional de Proteção de Dados Pessoais, um dos pontos do texto que garantiria a eficácia da nova lei.

A principal mudança vai permitir que os cidadãos saibam como são usados os dados pessoais coletados por empresas.

Vão saber para que servem, como e quanto tempo serão guardados. E terão direito à revogação, portabilidade e retificação das informações.

O Brasil tinha, até o momento, cerca de 40 normas relativas à privacidade. A nova lei geral engloba as regras para o setor público e privado, inclusive o Marco Civil da Internet, para ambiente on-line.

O presidente Temer sinalizou que vai resolver a questão da agência reguladora por um projeto de lei ou mesmo uma Medida Provisória, que não depende de apoio político no Congresso.

Tanto o setor privado como a sociedade civil defendem a criação da agência de fiscalização.


Aviso: Os comentários só podem ser feitos via Facebook e são de responsabilidade de seus autores e não representam a opinião deste site. É vetada a inserção de comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros, sendo passível de retirada, sem prévia notificação, comentários postados que não respeitem os critérios impostos neste aviso ou que estejam fora do tema proposto.

Tem uma sugestão de reportagem? Nos envie através do WhatsApp (19) 99861-7717.

PUBLICIDADE
PLÍNIO DPVAT