Sinais de ansiedade e depressão também devem ser observados. Especialista Roberta Zanatta dá dicas.
Uma noite de sono já não é mais reparadora, mesmo dormindo mais que o habitual. Além disso, as tarefas que antes eram realizadas com rapidez e em maior volume, passaram a ficar mais lentas e reduzidas. Essas podem ser consequências da exaustão mental, que tem sido relatada por muitas pessoas durante a pandemia.
Os sinais do cansaço excessivo devem ser observados para que se busque ajuda profissional, especialmente agora neste fim de ano, que por si só eleva em 75% o nível de estresse da população, segundo a International Stress Management Association (ISMA-BR).
Alguns impactos da pandemia certamente têm contribuído para maior sensação de exaustão mental e transtornos como ansiedade e depressão. O medo de adoecimento pelo vírus ou de perder alguém querido, o isolamento social que levou a mudanças na rotina, assim como a insegurança em relação à economia são alguns exemplos. Pessoas com menor renda, mais vulneráveis à Covid-19 ou que consomem maior quantidade de notícias ruins podem estar sendo mais acometidas.
De acordo com Roberta Zanatta – psicoterapeuta e mentora de autoconhecimento e desenvolvimento pessoal, as consequências da pandemia na saúde mental são inegáveis. Ele orienta a observar as causas para o maior cansaço:
https://youtu.be/regmqSrmxss












