
A proposta do Governo Federal ajudaria a conter aumentos elevados no preço do combustível.
Para a correção mensal, e não diária, a estatal defende que os valores de referencia tenham base na cotação internacional para o preço no mercado interno.
Outra condição, é que seja protegida contra importações caso o preço no exterior fique mais baixo do que o praticado no Brasil.
Uma medida semelhante já foi adotada em relação ao diesel, só que, no caso da gasolina, a maior parte da conta será bancada com subsídio, ou seja, um apoio financeiro concedido por uma entidade a outra entidade individual ou coletiva.
Enquanto a medida não é aprovada, o governo espera que os donos de postos reduzam o preço da gasolina, que teve altas seguidas diante da escassez do produto na semana passada, por conta da greve dos caminhoneiros.
Tudo isso será feito preservando a Petrobras, segundo o ministro de Minas e Energia, Moreira Franco.
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