A febre da vitamina D atravessou fronteiras e se espalhou pelo mundo, inclusive, no Brasil.
Endocrinologista Michael Holick, responsável pelo estímulo ao consumo da vitamina D, engordou sua conta bancária com milhares de dólares recebidos indústria de suplementos.
Entusiasta extremado, escreveu livros e artigos sobre a deficiência da substância responsável pela absorção de cálcio.
Os estudos redirecionaram diretrizes norte-americanas na recomendação do consumo, elevaram as vendas de repositores sintéticos e fizeram disparar os testes de laboratório.
A febre da vitamina D atravessou fronteiras e se espalhou pelo mundo, inclusive, no Brasil.
Agora, uma investigação pedida pelo The New York Times revela que Holick recebe honorários milionários para atuar como consultor de laboratórios e influenciar a comunidade médica.
Os relatos não desqualificam o benefício da vitamina D para fortalecimento dos ossos.
O que se questiona são os níveis ideais da substância para a afirmação de que há ou não deficiência.
Isso coloca o médico sob suspeita de superestimar os valores adequados em favor do aumento das vendas de suplementos.
Segundo a Folha de São Paulo, o médico admitiu que trabalha para o laboratório Quest e outras empresas.
Aviso: Os comentários só podem ser feitos via Facebook e são de responsabilidade de seus autores e não representam a opinião deste site. É vetada a inserção de comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros, sendo passível de retirada, sem prévia notificação, comentários postados que não respeitem os critérios impostos neste aviso ou que estejam fora do tema proposto.
Tem uma sugestão de reportagem? Nos envie através do WhatsApp (19) 99861-7717.












