Polícia Civil investiga suposto estupro de criança de 3 anos em escola pública de Hortolândia, SP

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Menina anos teria reclamado de dores nas partes íntimas aos responsáveis, que procuraram a delegacia. Prefeitura Municipal informa que vítima foi acolhida e presta assistência à família.

A Polícia Civil de Hortolândia (SP) investiga um caso de suposto estupro de uma criança de três anos que teria ocorrido em uma escola municipal. Segundo o registro da ocorrência, a menina reclamou de dores nas partes íntimas durante o banho para os responsáveis, que procuraram a UPA – a guarda e o Conselho Tutelar foram acionados até a unidade médica na noite de quarta-feira (16).

No registro da ocorrência, consta que a menina relatou as dores na região íntima em função de “o tio da escola ter apertado forte”.

Em nota, a Secretaria de Segurança Pública (SSP) informou que o caso foi registrado como estupro de vulnerável e que foram requisitados exames periciais, mas que detalhes da investigação serão preservados por envolver menor de idade. Ainda segundo a pasta, a menina passou por atendimento médico e foi liberada. Ninguém foi preso.

Em nota, a Prefeitura de Hortolândia informa que a criança foi acolhida e atendida em unidade básica do município. A creche onde a menina estuda deve ser alvo da investigação, e a administração destaca que a escola está à disposição das autoridades para esclarecimento do caso. Veja na íntegra:

“A Prefeitura de Hortolândia informa que a vítima foi acolhida e recebeu os primeiros atendimentos em uma unidade de saúde do município. Sendo acolhida por toda a rede de proteção à criança, que também contempla a Lei da Escuta Protegida (Lei Federal 13.431/2017) e que integra uma série de ações do sistema de garantias e direitos, que visam salvaguardar as crianças em situação de abuso ou violência.

A Secretaria de Educação, Ciência e Tecnologia esclarece que possui protocolo de conduta que visa minimizar os riscos à integridade das crianças e dos profissionais de educação atuantes nas escolas.

Informamos que a família está recebendo toda a assistência do poder público e a escola está à disposição das autoridades para o esclarecimento do caso, até que sejam concluídas as investigações.”

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