Existem muitas opções hoje, graças à internet e ao aumento da exigência por parte do consumidor.
Fintechs, previdência icatu, aplicativos, saque em caixas 24h, ausência de taxas, Pix – meu Deus, o Pix! -, abandono do talão de cheques, aumento e diminuição dos limites do cartão de crédito em segundos, criptografia… Tudo o que mencionamos veio com a modernidade, ainda bem.
A tecnologia facilitou a nossa vida em muitos aspectos. Se antes era preciso ir até o banco para resolver problemas pontuais ou enfrentar uma longa fila para fazer uma reclamação, hoje podemos, com poucos cliques, aliviar as nossas demandas.
A criação de bancos virtuais fez com que os bancos tradicionais abrissem os olhos e mudassem a sua forma de lidar com os clientes. Com o aumento das possibilidades, aumenta também a exigência das pessoas, que percebem que são fundamentais para a existência das instituições e que podem, por isso, barganhar com elas.
Quem não se adequa perde espaço – isso já está claro! Quantas pessoas você conhece que abriram mão dos bancos tradicionais para criar contas em bancos inteiramente virtuais, como o Nubank ou o Banco Inter?
Você, aliás, já deve ter pensado em fazer isso também – afinal, você está lendo este artigo.
Se você ainda não tem certeza se deve deixar a sua instituição financeira tradicional para trás, confira o material que preparamos para você a seguir. Após avaliar as vantagens e desvantagens dessa nova realidade, você poderá tomar uma decisão. Confira!
Instituições financeiras tradicionais: por que já é possível mudar?
A primeira razão é simples: existem, hoje, dezenas de opções diferenciadas no mercado.
O Nubank e o Banco Inter, que já citamos, são duas delas, mas não são as únicas. Temos o Banco Next, o C6 Bank, o Neon, o Original… E muitas coisas novas devem chegar nos próximos meses, visto que a forma de lidar com o dinheiro e as transações bancárias já mudou definitivamente.
A maior parte desses bancos permite a pessoas físicas que criem, de forma rápida e sem grande burocracia, uma conta corrente ou poupança.
Algumas delas, aliás, facilitam o processo de criação também de contas jurídicas (o que é excepcional para freelancers, que já são numericamente importantes dentro dos trabalhadores brasileiros).
Quando falamos sobre taxas, a diferença também é significativa. Muitos dos bancos virtuais são isentos de taxas, ou seja: não há cobrança para a visualização de extrato, para movimentações para o mesmo banco ou para bancos diferentes, tampouco valores de utilização de serviços.
Isso, por si só, já representa uma diferença enorme em relação aos bancos tradicionais, que costumam (ou costumavam, já que isso está mudando) cobrar preços significativos para que o usuário pudesse fazer transferências para contas de outros bancos, visualizar o seu extrato ou mesmo fazer movimentações financeiras.
Uma última vantagem: muitos dos bancos virtuais têm auxiliado no processo de economia financeira. Em alguns, como no Nubank, o dinheiro “parado” no saldo rende 100% do CDI. Pode parecer pouco, mas acredite: qualquer coisa que vise fazer o dinheiro render é bem-vinda!
Isso não é tudo: em algumas dessas plataformas, que são acessadas apenas com o auxílio de um smartphone e internet, é possível adquirir CBDs, comprar títulos do Tesouro Direto e até mesmo comprar e vender ações.
E as desvantagens dos bancos digitais, quais são?
Fizemos um longo texto sobre as vantagens dos bancos virtuais; agora, porém, é necessário falar sobre as desvantagens.
A primeira desvantagem jaz no fato de que tudo é feito online; assim, se o seu celular estiver sem internet e não for possível conectar a alguma rede wi-fi, você terá um pouco de dificuldade para mexer na sua conta. Para os mais conservadores, essa é uma diferença importante.
A segunda desvantagem está ligada à questão do saque. Uma vez que estamos falando sobre bancos inteiramente virtuais, não há agências para as quais você pode se dirigir e, então, fazer um saque.
Para resolver o problema, os bancos virtuais permitem ao cliente que faça saques em terminais 24h. O problema é que, às vezes, isso acaba gerando uma taxa de pagamento. Se você tem o costume de tirar dinheiro muitas vezes ao mês, isso pode ser incômodo.
Felizmente, a maior parte das coisas que fazemos hoje podem ser pagas com o auxílio de um cartão de crédito ou débito. Parte grande da população parou de andar com grandes quantidades de dinheiro, especialmente porque há mais facilidade para resolver transações com cartões.
Se você já está habituado a isso, a questão dos saques possivelmente não fará muita diferença para você.












