Operação Volta às Aulas, do Procon de SP, encontra irregularidades em quase metade das lojas vistoriadas.
Fiscais do órgão estiveram em 361 estabelecimentos comerciais, de todo o Estado, quem vendem material escolar. Boa parte das irregularidades tinha relação com o preço.
Foram encontrados, entre outras coisas, itens sem o valor, com dois preços diferentes e cujo preço era informado apenas por código de barras.
Teve, ainda, estabelecimento que inventou algumas regras ilegais para a hora do pagamento. Por exemplo, exigir um valor mínimo para aceitar cartão ou cheque.
O Procon de SP também encontrou produtos com validade vencida, sem selo do Inmetro e sem informação em língua portuguesa.
Além de ficar atento a essas questões, o órgão lembra que os pais devem pesquisar preços.
Até porque um outro estudo, divulgado nos últimos dias, mostrou que o valor de um mesmo item pode variar até 400 por cento, de uma loja pra outra.
As duas pesquisas estão disponíveis no site procon.sp.gov.br.
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