Proposta prevê aumento de pena para crime de soltar balão

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Festa juninas, julinas, fogueiras e balões. É comum nessa época do ano os balões ganharem os céus do Brasil.

O que pode ser parte de uma comemoração é um perigo para o tráfego aéreo, pode gerar queimadas e prejudicar o meio ambiente.

Vale lembrar que soltar balão é crime.

É contra a lei: quem fabrica, vende, transporta ou solta balões que possam provocar incêndios nas florestas e demais formas de vegetação.

Para combater este tipo de crime, no Estado do Rio de Janeiro, a Polícia Ambiental tem desde 1999 a campanha Disque Balão que recebe denúncias de confecção, comercialização e solturas de balões.

Só neste ano, o programa já apreendeu no Estado do Rio 170 balões. Em São Paulo, a Polícia Ambiental também trabalha para evitar riscos ao meio ambiente.

Neste ano, a PM de São Paulo contabiliza 90 balões apreendidos e 63 pessoas detidas em flagrante. Atualmente, tramita na justiça proposta para aumentar a punição para quem comete esse tipo de crime.

A pena hoje é de um a três anos  de detenção ou multa.

Se a proposta for aprovada, a pena passará a ser de dois a oito anos de reclusão e multa.


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