Tabela do frete encarece exportações e comida do brasileiro, diz estudo

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O levantamento mostra ainda que a Agência Nacional de Transportes Terrestres não levou em conta diversos fatores importantes.

Preços dos alimentos nos supermercados e exportações de matérias-primas são alguns dos efeitos negativos da adoção de uma tabela com valores mínimos para o frete no Brasil.

Isso é o que aponta uma análise do grupo de pesquisa em logística da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, da Universidade de São Paulo.

O levantamento mostra ainda que a Agência Nacional de Transportes Terrestres não levou em conta diversos fatores importantes na definição dos custos do transporte rodoviário no país.

E também, que os preços mínimos podem prejudicar até mesmo motoristas autônomos, ao reduzir a procura pelos serviços prestados.

Gastos com transporte, como no caso do milho, por exemplo, o frete chega a representar quase 60% do preço final em alguns períodos do ano.

A tabela é uma das exigências feitas pelos caminhoneiros na greve que paralisou o país por 11 dias no final de maio, e que de lá pra cá já sofreu diversas modificações.


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